Desinfecção Bucal

Uma pergunta muito comum no consultório é sobre qual o melhor enxaguante para se usar ou se esses e outros produtos antimicrobianos funcionam são realmente eficazes.

A resposta correta seria que todo enxaguante é bom para o propósito a que se destina e esse está diretamente relacionado com o princípio ativo (seu componente principal) – a que se destina, sua aplicação (terapêutica) e sua compatibilidade com as estruturas bucais.​​

Assim, podemos dizer que, no mercado nacional, encontramos vários produtos destinados à descontaminação de microrganismos e ao controle do biofilme bucal.

O problema é que, normalmente, eles são utilizados da mesma maneira para propósitos diferentes e, nesses casos, a ação pode perder sua eficácia e não atingem o resultado esperado.

Como a flora bucal é bastante diversificada frente aos tipos de bactérias, algumas extremamente nocivas e resistentes, certos produtos não possuem atividade bactericida contra esses microrganismos.

Outro fator importante a ser considerado é que esses produtos não devem ter efeitos negativos, como ressecamento, descamação, perda de paladar, nem deixar resíduos na cavidade bucal e ter um efeito seletivo, de maneira que a flora positiva não seja afetada.

O que se tem demonstrado, também, é que o uso constante desses produtos como complemento da higienização diária, permite um controle mais efetivo do biofilme e não só utilizado quando está relacionado a um tratamento, por um período definido, permitindo assim um efeito preventivo.

Isso se deve ao fato de que, após o período de utilização, as bactérias que causaram as doenças tratadas, estarão presentes na cavidade bucal e poderão reincidir tais doenças.

Esse, talvez, seja um dos dilemas importantes na escolha desses produtos, pois vários estudos demonstraram que os produtos que possuem efeitos terapêuticos mais importantes na eliminação das bactérias nocivas, possuem restrição de uso contínuo.

Através de vários estudos e pesquisas foram desenvolvidos produtos à base de dióxido de cloro estabilizado. Esses produtos conseguiram conciliar esses dois importantes aspectos: o de possuir uma ação extremamente eficiente no combate às bactérias mais nocivas da cavidade oral, podendo ser utilizado diariamente, permitindo um efeito terapêutico importante e preventivo, já que não possui efeitos colaterais nem restrição de uso.

Além disso, os produtos foram desenvolvidos respeitando as indicações e os resultados desejados nas diferentes especialidades odontológicas, permitindo, assim, uma melhor compreensão dos seus efeitos e para quem se destina.

Esses produtos serão comercializados exclusivamente para os cirurgiões dentistas, o que representa seu grau de especialização quando forem indicados aos seus pacientes.

Toda a linha desenvolvida pela ODOMED, conta com um agente químico à base de dióxido de cloro estabilizado e possui uma formulação inovadora e especifica.

A descoberta desta formulação foi um grande avanço na descontaminação das estruturas bucais. O dióxido de cloro estabilizado dentro da formulação elaborada é um bactericida que se revelou altamente eficaz na prevenção e combate das infecções e na eliminação das bactérias responsáveis pelas principais doenças bucais. O agente químico impede a proliferação dos microrganismos, e o grande diferencial do produto, frente a outros bactericidas de uso bucal, é que não tem contraindicação de uso. Possui efeito prolongado, pH balanceado (pH 6,9), ausência de corantes que mancham os dentes, não contém álcool, não irrita a mucosa, não contém agente carcinogênico, nem açúcar, não deixam resíduos nem alteram o equilíbrio da flora bacteriana bucal, podendo ser usado como complemento da higienização bucal diária.

Uma pergunta muito comum no consultório é sobre qual o melhor enxaguante para se usar ou se esses e outros produtos antimicrobianos funcionam são realmente eficazes.

A resposta correta seria que todo enxaguante é bom para o propósito a que se destina e esse está diretamente relacionado com o princípio ativo (seu componente principal) – a que se destina, sua aplicação (terapêutica) e sua compatibilidade com as estruturas bucais.

Assim, podemos dizer que, no mercado nacional, encontramos vários produtos destinados à descontaminação de microrganismos e ao controle do biofilme bucal.

O problema é que, normalmente, eles são utilizados da mesma maneira para propósitos diferentes e, nesses casos, a ação pode perder sua eficácia e não atingem o resultado esperado.

Como a flora bucal é bastante diversificada frente aos tipos de bactérias, algumas extremamente nocivas e resistentes, certos produtos não possuem atividade bactericida contra esses microrganismos.

Outro fator importante a ser considerado é que esses produtos não devem ter efeitos negativos, como ressecamento, descamação, perda de paladar, nem deixar resíduos na cavidade bucal e ter um efeito seletivo, de maneira que a flora positiva não seja afetada.

O que se tem demonstrado, também, é que o uso constante desses produtos como complemento da higienização diária, permite um controle mais efetivo do biofilme e não só utilizado quando está relacionado a um tratamento, por um período definido, permitindo assim um efeito preventivo.

Isso se deve ao fato de que, após o período de utilização, as bactérias que causaram as doenças tratadas, estarão presentes na cavidade bucal e poderão reincidir tais doenças.

Esse, talvez, seja um dos dilemas importantes na escolha desses produtos, pois vários estudos demonstraram que os produtos que possuem efeitos terapêuticos mais importantes na eliminação das bactérias nocivas, possuem restrição de uso contínuo.

Através de vários estudos e pesquisas foram desenvolvidos produtos à base de dióxido de cloro estabilizado. Esses produtos conseguiram conciliar esses dois importantes aspectos: o de possuir uma ação extremamente eficiente no combate às bactérias mais nocivas da cavidade oral, podendo ser utilizado diariamente, permitindo um efeito terapêutico importante e preventivo, já que não possui efeitos colaterais nem restrição de uso.

Além disso, os produtos foram desenvolvidos respeitando as indicações e os resultados desejados nas diferentes especialidades odontológicas, permitindo, assim, uma melhor compreensão dos seus efeitos e para quem se destina.

Esses produtos serão comercializados exclusivamente para os cirurgiões dentistas, o que representa seu grau de especialização quando forem indicados aos seus pacientes.

Toda a linha desenvolvida pela ODOMED, conta com um agente químico à base de dióxido de cloro estabilizado e possui uma formulação inovadora e especifica.

A descoberta desta formulação foi um grande avanço na descontaminação das estruturas bucais. O dióxido de cloro estabilizado dentro da formulação elaborada é um bactericida que se revelou altamente eficaz na prevenção e combate das infecções e na eliminação das bactérias responsáveis pelas principais doenças bucais. O agente químico impede a proliferação dos microrganismos, e o grande diferencial do produto, frente a outros bactericidas de uso bucal, é que não tem contraindicação de uso. Possui efeito prolongado, pH balanceado (pH 6,9), ausência de corantes que mancham os dentes, não contém álcool, não irrita a mucosa, não contém agente carcinogênico, nem açúcar, não deixam resíduos nem alteram o equilíbrio da flora bacteriana bucal, podendo ser usado como complemento da higienização bucal diária.


 

A linha Halicare possui em sua formulação o dióxido de cloro estabilizado, um bactericida de largo espectro e com ação altamente eficaz na prevenção e combate às bactérias responsáveis pelas doenças bucais e outras infecções. Os produtos agem no organismo por meio de três mecanismos diferentes:

Inibe a proliferação dos microrganismos patogênicos
• Anaeróbios

• proteolíticos
• Gram-negativos
• Inibe a ação das desulfidrases dos microrganismos
• reduzindo a produção dos CSV
• reduzindo a produção de odor
• reagindo com os CSV transformando-os em sais
Tem efeito seletivo, não interferindo na flora positiva bucal

Atua especificamente nas bactérias anaeróbias responsáveis pela inflamação gengival e outras doenças, respeitando o equilíbrio da flora bacteriana bucal. Essa atividade bactericida seletiva é uma vantagem com relação a outras formulações.

Eliminando a saburra lingual (biofilme lingual) podemos ajudar a eliminar fatores de risco para doenças na cavidade bucal que podem vir a afetar o organismo como um todo. A saúde da boca é um caminho primário para prevenir sérios danos à saúde geral.
Recentemente, verificamos, por meio de pesquisas direcionadas conforme as especificações da ANVISA, que o dióxido de cloro estabilizado (na concentração utilizada para o enxaguante bucal) também é eficaz para bactérias Gram-positivas, fungos, vírus e esporos, conforme relatado na literatura.



 

Elimina os compostos sulfurados voláteis usando sua fórmula bactericida.
Reduz a contagem de microrganismos anaeróbicos Gram-negativos.
Não causa digeusia (perda do paladar).
Pode ser utilizado diariamente como auxiliar de higiene bucal.
Não deixa resíduos que alteram o equilíbrio da flora bucal.
Não contém açúcar.
Não contém agente carcinogênico.
Não irrita a mucosa.
Não contém álcool.
Não possui corantes que mancham os dentes.
Possui pH balanceado (pH 6,9).
Possui efeito prolongado de até 8 horas.



 

Especificações: Possui em sua formulação o dióxido de cloro estabilizado bactericida de largo espectro e possui ação altamente eficaz na prevenção e combate a infecções bucais.

Advertência de uso: Não possui contraindicações.

Uso em crianças: A utilização para crianças até 6 anos deve ser sob orientação profissional. Não deve ser diluído. Para fazer o uso é necessário acompanhamento de um responsável, para evitar deglutição do produto.

Pacientes de UTI: Utilizar um swab oral embebida com o produto e fazer a higiene oral.
Complemento do tratamento: utilizar gel Halicare por toda a boca, inclusive nos dentes ou conforme orientação médica.


Composição qualitativa e quantitativa:
Enxaguante Halicare: 0,01%%
Gel umectante Halicare: 0,02%


Uso hospitalar:
​ – Higiene oral de pacientes em UTI/CTI.
– Prevenção de pneumonias.
– Mucosite por radioterapia e quimioterapia.
– Xerostomia por radioterapia e quimioterapia.
– Xerostomia pelo uso de medicamentos.
– Prevenção de endocardite de origem oral.
– Pacientes impossibilitados de fazer a higiene oral mecânica.


Uso odontológico:
– Auxílio na prevenção da formação de placa bacteriana.
– Auxílio no tratamento das doenças periodontais.
– Assepsia em procedimentos pré e pós-cirúrgicos na cavidade bucal.
– Pacientes em tratamento ortodôntico.
– Higiene de próteses dentais.
– Pacientes com alto índice de cáries.


Período de validade: Dois anos.

Conservação: Manter em temperatura inferior a 30°C



 

A Halitose atinge cerca de 30% da população brasileira (Dados da ABHA- Associação Brasileira de Halitose);

Mais de 90% dos casos é de origem bucal, causados por bactérias instaladas na região Orofaríngea;

Para o tratamento é necessário o uso de um bactericida bucal eficiente para eliminação dessas bactérias e de um agente que seja inibidor dos gases eliminados;

Além disso, algumas doenças sistêmicas apresentam como característica os sintomas de halitose como no caso de diabéticos, pacientes que passaram por radio e quimioterapia, além de outras doenças que necessitam de medicações que podem induzir o aparecimento desses gases a base de enxofre.

O mau hálito também pode ocorrer devido ao uso de medicamentos pode ocorrer de várias formas diferentes.

Alguns remédios de uso prolongado podem inibir a produção de saliva. Quando a nossa saliva diminui, ela fica mais viscosa, facilitando com que células descamadas da mucosa oral grudem na língua. Estas células entram em decomposição e liberam mau cheiro.

São muitos os medicamentos que provocam este efeito. Por exemplo:
• Antialérgicos;
• Antiácidos;
• Diuréticos;
• Laxantes;
• Calmantes;
• Antidepressivos;
• Para pressão alta, etc.

Outros tipos de medicamentos provocam hálito por serem aromáticos.

Algumas injeções que contém óleo de eucalipto, alguns antibióticos, vitaminas do complexo B etc.

Após a ingestão dos medicamentos, ficamos sentindo o cheiro do remédio até que ele seja completamente metabolizado pelo nosso organismo.

Algumas pomadas também podem comprometer o hálito, pois a nossa pele absorve estes compostos. Na corrente sanguínea, eles são transportados até os pulmões e acabam saindo no ar que expiramos.

Também existe o fato de que alguns medicamentos provocam hemorragias (sangramentos) na gengiva. O sangue deteriorado tem cheiro muito ruim, e acaba comprometendo o hálito.

Além de sua capacidade bactericida, o Dióxido de Cloro Estabilizado reage com os compostos voláteis formados (que causam a halitose), transformando-os em sais (não voláteis). Deste modo, remove os odores bucais em cerca de 10 minutos após o uso e seus efeitos podem perdurar por pelo menos 8 horas.

Esta descoberta possibilitou que a prevenção e o tratamento da halitose fossem realmente eficazes e, assim, foram criados os produtos específicos para este fim.

A linha de produtos Halicare foi desenvolvida especificamente para o tratamento da Halitose, eliminando o mau hálito prevenindo a ação de bactérias nocivas através do seu uso diário.
 

Modo de usar: Realizar bochecho e gargarejo com o enxaguante Halicare no mínimo 3 vezes ao dia, após a higienização mecânica (escovação e uso de fio de tal).

Um dos graves problemas da Halitose é a saburra lingual (Placa bacteriana, que se instala na língua).

Para um maior efeito dos produtos e eliminação dos odores, a raspagem da língua é fundamental. O raspador lingual Halicare foi especialmente desenhado para essa função. Graças a sua anatomia e flexibilidade, permite essa limpeza com eficiência, sem causar desconforto. Utilizar o gel Halicare, sempre que a boca estiver muito ressecada, principalmente antes de dormir, onde a salivação diminui. Proporciona ação umectante na mucosa bucal com ação bactericida.

Utilizar o spray Halicare, como complemento da ação do enxaguante, durante o dia, mesmo quando impossibilitado de uma higienização mais completa. Aplicar de duas a três borrifadas na cavidade bucal.

A linha Odomed Pro, por possuir ação antimicrobiana, e por não possuir efeitos colaterais, pode ser prescrito para uso diário como um importante complemento das técnicas de higienização bucal tendo o benefício na prevenção da formação do biofilme dental evitando com isso o aparecimento da cárie e a doença periodontal.

Importante salientar que a linha Odomed Pro vem demonstrando grandes resultados clínicos benéficos para os pacientes com:


• Diabetes melitus – os pacientes diabéticos descompensados possuem três vezes mais chances de desenvolver a doença periodontal, alta incidência de redução de fluxo salivar e risco de desenvolver cárie pela xerostomia.

• Paciente em tratamento quimioterápico e/ou radioterapia desenvolvem várias alterações na cavidade bucal em consequência da toxicidade do tratamento.

• Pacientes com amigdalites são geralmente afetados por uma infecção de origem viral ou bacteriana levando a efeitos colaterais como formação de secreções na cavidade bucal entre outros sintomas.

• Paciente com insuficiência renal crônica desenvolvem alterações bucais em razão da presença da ureia na saliva.


• Pacientes acometidos com úlceras aftosas.

• Pacientes idosos possuem uma suscetibilidade a desenvolver doença periodontal pela alteração da flora bucal.

• Pacientes usuários de próteses fixas/móveis.

• Pacientes com implantes dentários podem desenvolver doença peri-implantar.

• Pessoas que realizam atividade esportiva regular que utilizam produtos termogênicos e alimentação à base de proteínas, levando a uma desidratação e consequente perda de salivação e, dessa forma, mais expostos às doenças bucais. Gestantes em função das alterações hormonais e muitas vezes por desenvolver uma dieta hipercalórica acabam tendo mais suscetibilidade de alterações gengivais.


Modo de usar:
Utilizar a solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01% após a higienização mecânica (escovação,uso de fio dental e raspagem da língua com o raspador lingual Odomed Pro) duas a três vezes ao dia – conforme necessidade clínica.

Utilizar o gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08% de duas a cinco vezes ao dia (conforme necessidade clínica), principalmente antes de dormir,aplicando em mucosa jugal, gengiva e língua pois agirá de forma antimicrobiana e proporcionará ação umectante na mucosa bucal.

Utilizar o spray Odomed Pro como complemento da ação do enxaguante, durante o dia, mesmo quando impossibilitado de uma higienização mais completa. Aplicar de duas a três borrifadas na cavidade bucal.



 

Indicado como protocolo de assepsia bucal antes das intervenções clínicas cirúrgicas (exodontia e implantes), servindo como auxiliar na remoção de resíduos e controle da flora bucal.

O acúmulo exagerado de restos alimentares sobre a região operada propicia condições favoráveis para proliferação microbiana e, em consequência, infecções pós-operatórias podem ocorrer. Frequentemente observado em áreas de terceiros molares superiores, onde o acesso para higienização está mais dificultado após a cirurgia. A escovação deve ser menos vigorosa diretamente na zona operada, porém jamais ausente.

Fazer bochechos leves três vezes ao dia com solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01%, iniciando somente 24 horas após a cirurgia. O uso da linha Odomed Pro no período pós-operatório contribui para manutenção da higiene bucal, controlando a microbiota normal da boca e aquela decorrente da cirurgia, pois todas as zonas onde há formação de coágulos são locais propícios para proliferação microbiana.

Modo de usar:
Recomenda-se iniciar o uso da solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01%, após a escovação, fio dental e raspagem da língua, no mínimo uma semana antes da cirurgia com o objetivo de gerar um ambiente favorável e livre de bactérias.

O uso do gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, principalmente no pós-operatório criará uma barreira de proteção na loja cirúrgica sem ter o risco de deslocamento do coágulo.

O uso do spray Odomed Pro complementa a ação bacteriana durante o dia.

A frequência e a dose nesses casos ficam a critério do cirurgião.



 

Pacientes que utilizam aparelhos fixos, normalmente possuem uma maior dificuldade na higienização bucal, por conta da área de retenção criada pelo aparelho.

Isso porque, com o aparelho dentro da boca, tem-se maior número de superfícies para reter não só os restos alimentares, como a placa bacteriana que, como o próprio nome indica, é muito rica em microrganismos.

Soma-se a esse quadro o fato de que o aparelho se constitui em um obstáculo para a autolimpeza, isto é, aquela limpeza que a própria boca dá conta de fazer com os lábios e com a língua a autóclise -, quando da mastigação dos alimentos.

Também é preciso considerar que a própria presença do aparelho dificulta, ao menos em parte, a técnica de escovação.

A descamação dos tecidos bucais causadas pelo atrito dos mesmos, criam muitas vezes um ambiente propício para a proliferação de bactérias.

O aparelho removível também favorece o acúmulo de placa, tanto nos dentes, quanto nele próprio, podendo resultar na desmineralização do dente, perigo que pode ser evitado por uma boa limpeza na boca (dentes, gengivas e por dentro das bochechas).

Portanto, o uso dos produtos de higiene bucal é de muita importância na ortodontia, que, além de eliminar as bactérias que causam problemas periodontais e cárie, possibilitam maior conforto para o paciente.

A utilização do gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, diariamente sobre a superfície do aparelho, impede que haja atrito com a mucosa labial e inibe de maneira decisiva a descamação bucal, por conta do seu efeito umectante.

Atua também na melhora da higiene bucal, pois alcança áreas de difícil acesso, permitindo assim um importante efeito preventivo contra as doenças bucais.

Como a linha de higiene bucal Odomed Pro não possui em sua formulação a presença de álcool, a sua indicação para os pacientes que utilizam aparelhos fixos se torna mais segura pois não correm o risco dos brackets soltarem pela reação do sistema adesivo com a presença de algum composto à base de álcool.

Modo de usar:

Utilize o raspador de línguas após a escovação e o fio dental, para eliminação da saburra.

Realizar bochecho com a solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01% duas a três vezes ao dia (de acordo com a prescrição do ortodontista).

Utilizar o gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08% de duas a quatro vezes para obter a função de lubrificar as estruturas e o próprio aparelho.

Utilizar o spray Odomed Pro como complemento durante o intervalo da higienização.



 

Mesmo após o preparo e a eliminação do tecido cariado, não significa que a cavidade esteja totalmente descontaminada, em tese, pode-se pressupor que alguma bactéria ou alguma colônia ainda possa estar dentro desta cavidade, podendo desenvolver novamente um processo carioso.

A linha Odomed Pro, por possuir ação antimicrobiana, irá auxiliar na remoção dos detritos do preparo cavitário e na própria remoção do biofilme bacteriano.

Modo de usar

Recomenda-se inserir na cavidade a solução ou o gel, após o preparo, antes de realizar a restauração, garantindo assim que o local fique sem nenhuma contaminação. O uso do fio dental e raspagem da língua, no mínimo um dia antes do início do tratamento endodôntico, com o objetivo de gerar um ambiente favorável e livre de bactérias.

A solução pode ser usada antes e depois do preparo cavitário, com o objetivo de diminuir de maneira significativa, o número de microrganismos presentes.

O uso do gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, está indicado para ser usado ao final do procedimento, aplicando sobre o curativo ou restauração final, para proporcionar um selamento químico mecânico.

O uso do spray Odomed Pro complementa a ação antimicrobiana durante o dia.

A frequência e dose nesses casos fica a critério do cirurgião dentista.



 

A limpeza do sistema de canais radiculares (SCR) ocorre por meio da ação mecânica dos instrumentos endodônticos que, associada às propriedades físico-químicas das soluções irrigadoras e dos medicamentos, tem por objetivo eliminar agentes agressores e irritantes, como os microrganismos, seus produtos e restos de tecido pulpar.

O processo de limpeza inclui a associação do preparo mecânico do canal radicular, à ação da solução irrigante, à medicação intracanal e ao selamento endodôntico e coronário.

Os microrganismos e seus produtos metabólicos são fatores responsáveis pela instalação e manutenção das patologias pulpares e periapicais. Durante o preparo mecânico-químico dos SCR infectados, as soluções irrigadoras são utilizadas com o objetivo de diminuir de maneira significativa o número desses microrganismos ali presentes.

A solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01% por ser uma droga antimicrobiana de amplo espectro, ativa contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, com efeito bacteriostático e bactericida, sua atividade antimicrobiana no SCR pode agir por até 12 semanas.

Uma grande vantagem no uso da solução Odomed Pro na irrigação endodôntica é que não irá promover agressão ao tecido gengival caso ocorra um extravasamento e contato com esse tecido como comumente ocorre com outros tipos de soluções irrigadoras

Modo de usar

Recomendado iniciar o uso da solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01%, após a escovação, uso de fio dental e raspagem da língua, no mínimo um dia antes do início do tratamento endodôntico com o objetivo de gerar um ambiente favorável e livre de bactérias.

Essa solução pode ser usada durante o preparo mecânico-químico dos SCR infectados, com o objetivo de diminuir, de maneira significativa, o número de microrganismos presentes.

O uso do gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, está indicado para ser usado ao final do procedimento, aplicando sobre o curativo final, para proporcionar um selamento químico mecânico.

O uso do spray Odomed Pro complementa a ação antimicrobiana durante o dia.

A frequência e dose nesses casos fica a critério do endodontista.



 

As lesões perimucosite e peri-implantite, se não tratadas adequadamente, podem levar à absorção óssea e consequente perda do implante. Os implantes com superfície rugosa apresentam melhor resposta do tecido ósseo e melhor ancoragem, entretanto facilita a formação de biofilme sobre sua superfície, dificultando o tratamento peri-implantar.

A microflora do sulco peri-implantar é estabelecida de 30 minutos a duas semanas após colocação do implante e é praticamente a mesma em relação aos dentes adjacentes.

Mesmo em pacientes totalmente edêntulos, com histórico de extração dentária recente, é possível encontrar os microrganismos provenientes de uma prévia periodontite, sugerindo que os patógenos periodontais podem ficar retidos por um período prolongado em sítios edentados, facilitando a recolonização e comprometendo a saúde dos tecidos após a instalação dos implantes.

O uso da linha Odomed Pro, por possuir ação antimicrobiana, irá atuar como complemento na terapêutica pré e pós-operatória das instalações dos implantes dentários com o objetivo da descontaminação bacteriana dessa superfície.

Modo de usar

Recomendado iniciar o uso da solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,01%, após a escovação, uso de fio dental e raspagem da língua, no mínimo uma semana antes da cirurgia, com o objetivo de gerar um ambiente favorável e livre de bactérias.

O uso do gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, principalmente no pós-operatório criará uma barreira de proteção na loja cirúrgica sem ter o risco de deslocamento do coágulo.

O uso do spray Odomed Pro complementa a ação bacteriana durante o dia.

A frequência e dose nesses casos fica a critério do cirurgião.



 

O uso do Dióxido de cloro tem se mostrado muito eficiente na prevenção e auxílio de várias doenças bucais e nas diversas terapêuticas odontológicas, tanto na intervenção, quanto na manutenção e resultados clínicos.

O controle do biofilme e sua ação bactericida frente à várias bactérias nocivas, possibilitam desde o tratamento da halitose, prevenção de doenças sistêmicas e um importante agente nas diferentes especialidades odontológicas.

Segundo a ADA (American Dental Association), é uma grande preocupação na área da saúde como uma infecção bacteriana na boca pode causar com frequência outras complicações de saúde. Recente pesquisa indica uma relação entre doença periodontal e doenças cardíacas, derrame cerebral, nascimentos de prematuros, diabetes e outras

A preparação do meio bucal pré-operatório com a enxaguante e o uso do gel como barreira contra infecções possibilitam um melhor desfecho clínico em várias intervenções terapêuticas.

Graças ao seu Ph e sua tolerabilidade frente aos tecidos bucais, demonstram um excelente agente auxiliar na desinfecção, inibindo a inflamação dos tecidos bucais e prevenindo infecções.



 

As próteses dentárias, fixas ou móveis, possuem a função de substituírem os dentes naturais perdidos e a função de reabilitar o sistema mastigatório adequadamente, os dentes precisam estar em equilíbrio nos arcos dentários superior e inferior.

A perda de um só dente desequilibra esse sistema de forças e os dentes movimentam-se migrando para compensar a perda. Espaços são criados, desníveis acontecem, o que prejudica a mastigação e a estética.

A linha Odomed Pro à base de dióxido de cloro e estabilizado com sua ação antimicrobiana desempenha uma grande função como complemento na higienização bucal dos pacientes que fazem uso de prótese fixa ou móvel.

Por não possuir em sua composição nenhum composto abrasivo, álcool, não provocar digeusia (perda de paladar) vem contribuindo na higienização bucalpara quem recebeu prótese dentária. Mas, alguns tipos podem conter substâncias que agridem o material da prótese.

Os cuidados com a higiene oral são ligeiramente maiores nos primeiros meses após instalação da prótese fixa ou móvel. Mas o cuidado minucioso não deve ser abandonado ao longo dos anos. Desses cuidados depende a durabilidade e boa funcionalidade da prótese.

Modo de usar:

Utilizar a solução Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado à 0,01% após a higienização mecânica (escovação, uso de fio dental e raspagem da língua com o raspador lingual Odomed Pro) duas a três vezes ao dia – conforme necessidade clínica.

Utilizar o gel Odomed Pro à base de dióxido de cloro estabilizado a 0,08%, de duas a cinco vezes ao dia (conforme necessidade clínica), principalmente antes de dormir, aplicando em mucosa jugal, gengiva e língua pois agirá de forma antimicrobiana e proporcionará ação umectante na mucosa bucal.

Utilizar o spray Odomed Pro como complemento da ação do enxaguante, durante o dia, mesmo quando impossibilitado de uma higienização mais completa. Aplicar de duas a três borrifadas na cavidade bucal.



 

O uso de enxaguantes com efeito bactericida no tratamento de inflamações gengivais e periodontites tem, como já é sabido, um efeito bastante positivo no resultado do tratamento.

As ações desses produtos antimicrobianos ajudam a eliminar os microrganismos responsáveis pelas infecções e atuam de maneira decisiva na terapêutica odontológica.

A eliminação das bactérias como o Porphyromonasgingivalis é de fundamental importância para o sucesso do tratamento, além de outras bactérias que produzem toxinas que aumentam a grau de inflamação gengival.

Ocorre que os produtos normalmente utilizados nessa terapêutica, devido a sua forte ação bactericida, possuem efeitos negativos se utilizados além de um determinado período.

Os produtos OdomedPro, vem ao encontro dessa solução, pois possuem o mesmo efeito bactericida na eliminação desses microrganismos, porém sem restrição de uso, o que permite que o controle de tais doenças seja preventivo.

Outros aspectos importantes para o sucesso do tratamento periodontal estão no controle da descamação dos tecidos bucais, na perda de salivação e no biofilme lingual (saburra lingual), que muitas vezes não são observados da maneira correta.

Durante o tratamento periodontal e a utilização de um enxaguante bactericida é fundamental para que haja uma lubrificação das estruturas bucais o ressecamento, seja pela perda de salivação ou por fatores sistêmicos, reduz a autolimpeza com aumento da proliferação bacteriana na boca. Além disso, a saliva, que é composta por vários fatores antimicrobianos (atualmente, mais de 15 fatores antimicrobianos bem conhecidos) sofre uma redução drástica da quantidade desses fatores, bem como da qualidade de sua capacidade de ação. As moléculas com atividade antibacteriana ficam praticamente sem realizar o seu papel. Daí a importância da possibilidade da umidificação da mucosa com produtos que também possuem atividade bactericida que permitam compensar a perda desses fatores.

Limpeza da língua para a remoção dessa massa bacteriana que varia em espessura, extensão e viscosidade. É claro que a limpeza da língua remove 90%, ou mais, das bactérias e de seus nutrientes, mas elas vão continuar proliferando e novamente atingirão a situação anterior. Por conta disso, torna-se importante o uso de um enxaguante com atividade de limpeza da língua para a remoção do biofilme ou saburra lingual, que varia de espessura, extensão e viscosidade também deve ser observada e feita de maneira eficiente.

É importante o uso de um enxaguante com atividade antibacteriana natural, impedindo a proliferação e o aumento da massa de microrganismos sobre a língua. É importante, também, que o enxaguante tenha uma ação potente, mas natural, não deixando resíduos na boca após o seu tempo de atividade.

A placa bacteriana que se instala sobre o dorso da língua pode albergar microrganismos que, quando atingem concentrações altas, irão produzir a doença periodontal (porque da língua migram para o sulco gengival).

Na saburra, reservatório de microrganismos patogênicos do tipo anaeróbios proteolíticos Gram-negativos, também costumam se instalar os conhecidos como BANA positivos (Porphyromonasgingivalis, Treponema denticolae Bacteróidesforsythus), os quais podem cair na corrente circulatória (eles próprios ou suas endotoxinas) quando houver algum sangramento gengival. Por esse motivo, os pacientes portadores de saburra estão mais susceptíveis a doença periodontal.

 

O controle de microrganismos, doenças sistêmicas e cavidade bucal.

O controle de microrganismos é um dos campos mais ativos da atual pesquisa na área farmacológica. Essa é uma fronteira que demanda extremo cuidado. Ao longo de nossa história, parte significante de nossa moderna civilização foi destruída pelo ataque descontrolado de microrganismos. Novas ameaças estão surgindo dia a dia. A indústria de quimioterapia antimicrobiana está em constante alerta, principalmente devido à rápida capacidade de evolução e diversidade de patógenos encontrados. O aparecimento de uma grande variedade de patógenos resistentes aos agentes químicos e a descoberta de novas fontes de contaminação, faz com que haja um grande aumento da morbidade de infecções que eram facilmente tratadas no passado. Apesar de nossa grande capacidade tecnológica, certos microrganismos parecem ser mais capazes e podem estar instalados em áreas do organismo que não possuíam atenção necessária, quando avaliada as causas de focos de infecção. Certos tipos de enfermidades e problemas decorrentes de infecções adquiridas em hospitais são foco de preocupação constante, pois além de interferir na recuperação de seus pacientes, impacta definitivamente no custo assistencial dessas instituições. Muitas doenças provenientes de infecções secundárias, adquiridas por pacientes extremamente debilitados e em recuperação, não podem mais ser controladas com os tradicionais antibióticos e, em muitos casos, pacientes estão indo a óbito. Todos sabem que precisamos de urgentes alternativas para controle microbiológico. É nesse âmbito que modernas técnicas e estudos estão sendo desenvolvidos para inibir e controlar a ação destes microrganismos.

Vários estudos demonstram que a cavidade bucal é um dos grandes focos de microrganismos que podem causar sérios problemas sistêmicos e infecções secundárias. Atualmente tem se dado atenção especial a focos infecciosos bucais presentes em pacientes que necessitam de intervenções complexas (transplante de medula) e na recuperação dos mesmos em tratamentos que necessitam de cuidados especiais no controle de microrganismos patogênicos. Porém ainda existe uma visão equivocada, que apenas a observação de focos relacionados à cárie e a doença periodontal são suficientes no combate a esses focos. Existe um grave problema da cavidade oral, que é uma grande fonte de microrganismos patogênicos, que, por meio de sua ação direta ou de suas toxinas, podem causar sérios problemas sistêmicos aos pacientes que serão tratados ou em recuperação. É o caso da saburra lingual. Pesquisas mostram que cerca de 40% da população apresenta hiposalivação (redução do fluxo salivar) com a possibilidade de deposição de bactérias patogênicas no dorso lingual, que pode ser facilmente observada pela presença de uma placa bacteriana lingual ou saburra. Na população adulta com idade superior a 50 anos a hiposalivação e suas consequências pode chegar a 85%. Em pacientes em tratamento químio e/ou radioterápico passa a ser 100%.

Evitar a saburra e suas consequências envolve, entre outras coisas, a limpeza da língua. Quando falamos em limpeza da língua estamos falando de problemas ainda muito mais abrangentes e importantes do ponto de vista de saúde pública. Um simples procedimento desse estará prevenindo não somente cárie, doença periodontal e halitose. O ato de limpar a língua previne uma série de doenças sistêmicas cuja porta de entrada é a boca. Que o mais importante: é uma ação de baixo custo. Pacientes químio e rádio terapeutizados, pela drástica redução do fluxo salivar também ocorre um ressecamento da mucosa que pelo atrito provoca mucosites e ulcerações com ardência em várias regiões da cavidade bucal que dificulta e impede a limpeza mecânica da língua e prejudica a alimentação provocando emagrecimento e perda de resistência do hospedeiro às infecções. Outro fator importante quando ocorre baixa salivação é a perda ou alteração do paladar que também contribui para a perda de vontade de se alimentar. Pela baixa ou quase nenhuma salivação vai ocorrer uma redução da autolimpeza com aumento da proliferação bacteriana na boca. Além disso, a saliva que é composta por vários fatores antimicrobianos (atualmente mais de 15 fatores antimicrobianos bem conhecidos) sofre uma redução drástica da quantidade desses fatores, bem como da qualidade de sua capacidade de ação. As moléculas com atividade antibacteriana ficam envolvidas pela mucina (agora em maior concentração) e praticamente deixam de realizar o seu papel. A primeira observação deste fato foi em relação à ação da lisozima na presença de alta concentração de mucina.

Daí a importância da impossibilidade da limpeza da língua para a remoção dessa massa bacteriana que varia em espessura, extensão e viscosidade. É claro que a limpeza da língua remove 90% ou mais das bactérias e de seus nutrientes, mas elas vão continuar proliferando e novamente atingir a situação anterior. Por conta disso, torna-se importante o uso de um enxaguante com atividade antibacteriana natural, impedindo a proliferação e o aumento da massa de microrganismos sobre a língua. Importante também que o enxaguante tenha uma ação potente, mas natural, não deixando resíduos na boca após o seu tempo de atividade. A placa bacteriana que se instala sobre o dorso da língua pode albergar microrganismos que, quando atingem concentrações altas, irão produzir cárie, doença periodontal e doenças sistêmicas (porque da língua migram para, respectivamente, o dente, o sulco gengival, as amígdalas, o estômago, os pulmões, etc.). Na saburra, reservatório de microrganismos patogênicos do tipo anaeróbios proteolíticos Gram-negativos, também costuma se instalar os conhecidos como BANA positivos (Porphyromonasgingivalis, Treponema denticolae Bacteróidesforsythus) os quais podem cair na corrente circulatória (eles próprios ou suas endotoxinas) quando houver algum sangramento gengival. Por esse motivo, os pacientes portadores de saburra estão mais suscetíveis a:

a) Doenças bucais: cárie; doença periodontal; halitose; xerostomia.

b) Doenças sistêmicas: amigdalites frequentes; pneumonias; gastrite; ataque cardíaco; acidente vascular cerebral; nascimento de crianças prematuras; natimortos; abortos e artrite reacional. Existe uma correlação positiva entre periodonto saudável e saúde sistêmica, da mesma forma que existe uma correlação entre saburra lingual e doença periodontal. Podemos encontrar pacientes com saburra sem doença periodontal, mas jamais paciente com doença periodontal e sem saburra. Por todos os motivos acima expostos, é lógico que manter a superfície da língua o mais limpa possível é uma forma de reduzir drasticamente a contagem de microrganismos patogênicos na cavidade bucal e, portanto, prevenir o aparecimento das doenças acima mencionadas. Essas afirmações, que podem parecer um exagero, se acham fartamente documentadas em trabalhos científicos sérios e podem ser facilmente compreendidas quando analisamos que a placa bacteriana instalada no dorso da língua é formada por microrganismos altamente patogênicos em função das toxinas que produzem. Isto posto, podemos avaliar o quanto se economizaria em termos financeiros e de sofrimento para os pacientes e familiares ao prevenir e/ou controlar a presença da placa bacteriana lingual e suas consequências.

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Algumas consequências sistêmicas provenientes da cavidade bucal.

A presença de microrganismos patogênicos da boca aumenta o risco de certas doenças sistêmicas: doença cardíaca (causa número um de morte entre os diabéticos tipo 2, a maioria por doença cardíaca isquêmica –doença cardiovascular que se desenvolve por estreitamento das artérias coronárias) (STINSON, 2000; SYRJANEN et al., 1989; MATTILA, et al., 1989), acidente vascular cerebral (STINSON, 2000), doença pulmonar e respiratória (MILLMAN, 1999), osteoporose, doenças articulares, além de realimentar e piorar o quadro da diabete. Mulheres grávidas, com doença periodontal têm mostrado um substancial aumento de risco de aborto, nati-mortoe nascimento prematuro e de baixo peso (DASANAYABE,1998; DAVENPORT et al., 1998; HILL, 1998; OFFENBACKER et al., 1998). Mais recentemente têm sido encontrados microrganismos da boca nas articulações de pacientes com artrite reumatóide (OGENDRIK et al., 2005).

PUCAR et al. estudaram a correlação entre a aterosclerose e a infecção periodontal avaliando a presença dos microrganismos da doença periodontal nas artérias coronárias e na artéria mamária interna. Infecções crônicas tais como a doença periodontal têm sido associadas a um risco aumentado para aterosclerose e doença coronária arterial. Nesse estudo os autores investigaram amostras de biópsias de artérias coronária e mamária interna para identificação de bactérias da doença periodontal (Porphyromonasgingivalis, Actinobacillusactinomycetemcomitans, Prevotellaintermedia e Tannerellaforsythensis), Chlamydiapneumoniaee citomegalovirushumano (CMV). O resultado evidenciou a ausência das bactérias periodonto patogênicas na artéria mamária interna que, do que se sabe, raramente são afetadas pelas mudanças ateroscleróticas e a presença em alta porcentagem nas artérias coronárias o que permite inferir que estejam associadas ao desenvolvimento e progressão da aterosclerose (2007). Uma das teorias para explicar o mecanismo pelo qual os microrganismos bucais provocam doenças cardíacas é que eles entram na corrente circulatória e se ligam às placas de gordura nas artérias coronárias, contribuindo para a formação de coágulos. As artérias coronárias sofrem espessamento da parede pelas lipoproteínas, obstruindo o fluxo normal de sangue e consequentemente restringindo as quantidades de oxigênio e nutrientes requeridos. Isso pode levar ao ataque cardíaco. Uma outra possibilidade é a de que a presença das bactérias periodonto patogênicas na parede das artérias possa contribuir para edema das paredes. Pessoas com doenças bucais se acham duas vezes mais predispostas à doença das artérias coronárias ou pode exacerbar condições cardíacas préexistentes. Pacientes com risco de endocardite sempre necessitam de tratamento com antibiótico antes de procedimentos dentais.

Vários trabalhos de pesquisa têm demonstrado que bactérias que crescem na cavidade bucal podem ser aspiradas para dentro dos pulmões e provocar doenças respiratórias tais como pneumonia. Pessoas com doenças respiratórias, tal como doença pulmonar obstrutiva crônica, sofrem tipicamente de reduzidos sistemas protetores, tornando difícil a eliminação das bactérias dos pulmões. Estudos têm demonstrado que certas bactérias orais se acham diretamente relacionadas com nascimento prematuro e de baixo peso. A presença de Actinomyces naeslundiige no espécie 1 e 2 (avaliada no terceiro trimestre da gravidez) tem sido associada ao baixo peso ao nascer e ao nascimento prematuro enquanto altos níveis de Lactobacilluscasei provocam apenas baixo peso ao nascer. A observação de que o Actinomyces naeslundii Sp2 pode provocar nascimento prematuro e baixo peso ao nascer é explicada pelo fato de que as bactérias (e/ou suas toxinas) e as moléculas produzidas pelo organismo contra essas bactérias podem entrar no ambiente uterino através da corrente circulatória e influir no processo do parto. Quanto ao Lactobacilluscasei, eles secretam ácidos que mantêm os níveis de pH vaginal abaixo de 4,5 e esse nível de pH tem um efeito protetor que previne o crescimento de outras bactérias, incluindo aquelas associadas com a vaginose bacteriana (que pode ser causa de parto prematuro). Os achados das pesquisas realizadas por BUDUNELI e colaboradores indicaram que quando as bactérias subgengivais foram avaliadas juntas, o Peptostreptococcusmicros e o Campylobacterrectus podem ter um papel importante no aumento do risco para nascimento prematuro e de baixo peso, apesar de que nenhuma bactéria sozinha exibiu qualquer relação com o risco para prematuridade e nascimento de baixo peso. (2005).

Oral BacteriaMay PredictPregnancyOutcomes
Correlation Between Atherosclerosis and periodontal Putative Pathogenic Bacterial Infections in Coronary and Internal Mammary Arteries. Ana Pucar; JelenaMilasin; Vojislav Lekovic; Miroslav Vukadinovic; MiljkoRistic; SvetozarPutnikand E. Barrie Kenney Journal of Periodontology, 2007, vol78, n.4, pages 677-682. (08- 06-08)

Referências bibliográficas
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Efeitos de um anti-séptico bucal com dióxido de cloro sobre o mau hálito e bactérias salivares: um estudo randomizado de 7 dias controlado por placebo.

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Eficácia clínica e microbiológica do dióxido de cloro no tratamento da candidíase atrófica crônica: um estudo aberto.

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